Libertação Animal, Voltando à Mãe Terra

Ouve-se por aí muitos discursos de que o vegetarianismo é uma forma de ascetismo, separatismo, que o ato de não comer carne tira os humanos da cadeia alimentar natural e, portanto, os afasta da natureza.

O vegetarianismo, ou ainda, o veganismo, é antes de tudo um boicote à artificialidade da sociedade industrial que –esta sim-, além de estar destruindo o meio ambiente, afasta os humanos cada vez mais da natureza através: da agressão, que destrói todos os demais animais e habitats, deixando apenas o homem moderno e suas cidades intactas; da extrema higienização, que aumenta o abismo entre nós e os demais seres; e da maquiagem (de seus produtos), que nos impede de ver o que realmente está a nossa frente. Sendo assim, não é nada senão um equívoco acreditar que comer carne aproxima uma pessoa da natureza, há uma grande distância entre viver de modo natural e acreditar viver nele habitando uma cidade contemporânea.

Finalmente, o que pode ser mais compactuado com a natureza do que o vegetarianismo? do que prezar pela liberdade dos animais? Nada. Prezar pela harmonia entre as espécies é hoje a única forma de lutar por uma integração do homem com a natureza, integração essa que já se encontra quase extinta, mas que, com esperança e perseverança, militantes da libertação animal tentam reconstituir.

texto: Hanna J.

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