Sobre saúde e o nosso organismo

Transcrevi um trecho sobre diferenças entre organismos de seres carnívoros e o dos seres humanos presente no documentário “The Gerson’s Miracle”.

“A ‘Terapia de Gerson’ é considerada por muitos o tratamento mais efetivo contra o Câncer até hoje proposto pela medicina. Ataca o câncer baseando-se apenas na NUTRIÇÃO, desintoxicação e suplementação, tendo uma enorme porcentagem de seus pacientes totalmente curados, sem quimioterapia, sem radiação, sem cirurgia, sem náuseas.”

Tal documentário é uma fonte excelente para tirarmos duvidas sobre a influencia da alimentação em nossa vida e no Terra. Vale muito a pena assistí-lo. Segue o trecho em destaque:

“(…) É evidente que todos os animais carnívoros, como esses, foram projetados para caçar, matar e sobreviver de presas de carne. Seus dentes, os ácidos do estômago e o trato digestivo curto suportam isso. Por outro lado, a estrutura dos dentes de um ser humano é bastante diferente dos dentes desse lobo selvagem. Mas as diferenças entre os selvagens comedores de carne e os seres humanos não terminam aí. O sistema digestivo humano é muito maior e mais complexo, e semelhante em todas as criaturas herbívoras. Além disso, o ácido do estômago e as enzimas do instestino dos seres humanos são incapazes de quebrar e digerir adequadamente a carne contendo proteínas animais. Carnívoros têm intestinos muito curtos e simples para excretar a carne mastigada e digerida rapidamente – geralmente dentro de duas horas – o que exclui a possibilidade de a carne ter tempo para apodrecer e envenenar seus sistemas. No ser humano, em geral, leva quarenta e oito horas para a carne atravessar. Invariavelmente, algumas delas não passam totalmente, mas ficam presas em pequenos bolsos no cólon, apodrecendo não por horas, mas dias, meses e até anos. O prejuízo da ingestão de carne para todos esses órgãos humanos essenciais, especialmente o pancreas, que também está envolvido no processo digestivo, é enorme. O pancreas nunca foi projetado para quebrar proteína animal ou carne. Em vez disso, o pancreas produz sucos digestivos para dividir as moléculas adequadas de alimentos ricos em proteínas, encontradas somente em vegetais. Na digestão de vegetais, o pancreas então realiza a sua segunda finalidade, produzindo enzimas pancreaticas para combater doenças. Quando é preciso digerir carne, o pancreas é desviado de sua importane finalidade protetora. Se apenas eliminamos os produtos de origem animal de nossa dieta, as chances de ter câncer, diabetes ou doença cardíaca – e a caixa de Pandora de desgraças que acompanham tudo isso – quase desaparece. Mas a dieta americana padrão – denominada triste, para dizer o mínimo – virou totalmente essa estatística, cientificamente verificável, de cabeça para baixo.”

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